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NOMA AZORES – Festival Internacional de Cinema de Direitos Humanos

Julho 30 @ 15:00 - Julho 31 @ 23:00

NOMA AZORES

A Câmara Municipal de Ponta Delgada vai organizar, de 27 a 31 de Julho de 2021, o Festival Internacional de Cinema de Direitos Humanos, NOMA AZORES (No Man is an Island).

O NOMA AZORES decorrerá durante cinco dias com uma programação que integrará longas metragens nacionais e internacionais de produção recente, assim como programas especiais de curtas metragens. A selecção oficial procurará dar voz aos assuntos mais prementes dentro da temática geral do evento, abordando temas como as alterações climáticas, migrações, discriminações, direitos sexuais e reprodutivos, pobreza, entre outros.
A programação será completada com masterclasses que reflictam sobre as questões promovidas pelo festival e que permitam também a circulação de conhecimento técnico-científico na área do cinema no Arquipélago dos Açores.

 

Programa:

 

30 de Julho

15:00 hConversa com Filipe Tavares – Nasceu em 1981 na ilha de São Miguel – Açores, frequentou o curso de violino no Conservatório e participou em diversos projectos musicais, do clássico ao rock, do death metal ao Jazz de fusão. Em 2006 concluiu o curso de som em Lisboa e desde então tem participado em diversas produções cinematográficas: Pare, Escute, Olhe, de Jorge Pelicano, Enxoval, de Pedro Macedo e documentários artísticos da autoria de Abílio Leitão e Alexandre Melo. Antes de regressar aos Açores em 2013, fez a direcção de som dos filmes de Basil da Cunha presentes na quinzena dos realizadores do Festival de Cannes entre 2011 e 2013. Participou na direcção sonora do filme Volta à Terra de João Pedro Plácido, que integrou a selecção oficial ACID do Festival de Cannes em 2013. Recebeu o prémio de melhor som na 41ª Muestra cinematográfica del Atlântico com o filme La Mano Azul de Floreal Peleato. Em 2010 cria a produtora Ventoencanado nos Açores, em 2013 estreia-se como produtor e realizador em A Viagem Autonómica. Nos últimos anos tem-se dedicado a projectos publicitários e institucionais e à produção.

Inscrições abertas, aqui!

 

19:00 h Filme a concurso: Visões do Império, de Joana Pontes (Portugal). 93′ – Um filme sobre o modo como o império português e a sua história foram imaginados, documentados e publicitados a partir do registo fotográfico, desde o final do século XIX até à revolução que, em 1974, pôs fim ao regime político autoritário que governava Portugal.

21:30 h Filme a concurso: Ophir, de Alexandre Berman e Olivier Pollet (França, Reino Unido). DOC 97′ – Ophir conta a história da extraordinária revolução indígena pela vida, terra e cultura, que levou à criação potencial da mais nova nação do mundo em Bougainville, Papua Nova Guiné. Uma ode poética, mas dramática, à sede indelével de um povo por liberdade, cultura e soberania; o filme lança luz sobre o maior conflito do Pacífico desde a Segunda Guerra Mundial, revelando as cadeias visíveis e invisíveis da colonização e seus ciclos duradouros de guerra física e psicológica.

 

31 de Julho às 21:30 h – Curtas:

La Chambre 17′ – Anne deve dirigir-se ao antigo quarto do seu pai para recolher os seus pertences. Um imigrante algeriano que ela mal conhecia e que acabou de morrer. Anne descobrirá o seu pai através dos seus objectos e pertences pessoais, descobrindo que, apesar dos anos, ele sempre a amou.

Novos Vizinhos: Um só Deus 25′ – Os absurdos da história colonial condicionaram a vida de Califa Silas, um dos protagonistas de Um Só Deus.

Califa nasceu na Guiné-Bissau quando ainda era a Guiné portuguesa e na sua juventude serviu nas forças de Comando Português na luta contra os insurgentes de libertação. Califa cresceu sentindo-se português e teve a sorte de sobreviver às execuções em massa de soldados negros da Guiné-Bissau, realizadas após o acordo de independência da Guiné Portuguesa.

Residente nos Açores há dez anos, Califa encontrou conforto na religião. Ele é um dos membros de uma pequena comunidade muçulmana que se reúne na primeira e única mesquita do arquipélago. A maioria dos cristãos locais têm dificuldade em se relacionar com uma fé e cultura que eles percebem como dramaticamente diferente da sua. Mas um vizinho da mesquita, ele próprio perdido numa existência solitária, ousa descobrir semelhanças entre as crenças espirituais.

Tahiti 17′ – Tahiti, 35 anos, camaronês. Emigrante sem papéis, vive e trabalha há dez anos no edifício Alger Aerop-Habitat, sem conseguir legalizar a sua situação no país. A sua vida, sempre de forma similar, até que a sua família, ainda a residir nos Camarões, o começa a pressionar para regressar assim que possível. Desiludido, está pronto para deixar tudo para trás perante a mais pequena possibilidade de se reunir com os entes queridos no país de origem.

 

 

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