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Imprópria – Mostra de Cinema de Igualdade de Género

Junho 11 @ 21:00 - Junho 12 @ 23:00

Imprópria – Mostra de Cinema de Igualdade de Género

A Imprópria – Mostra de Cinema de Igualdade de Género realizar-se-á pela primeira vez na ilha de Santa Maria, a 11 e 12 de Junho, na Biblioteca Municipal de Vila do Porto. 

A Imprópria – Mostra de Cinema de Igualdade de Género é um projecto da Associação Silêncio Sonoro que decorre desde 2019, em São Miguel, com uma programação para o público em geral, mas também com um cariz de intervenção social e comunitária, directamente alinhado com a Estratégia Regional de Combate à Pobreza e Exclusão Social.

Um dos principais objectivos é desafiar o conservadorismo e revelar os Açores contemporâneos através do cinema e respectiva discussão do tema com o público e pretende evidenciar que igualdade de género não significa que mulheres e homens tenham de ser idênticos, mas que os seus direitos, responsabilidades e oportunidades não dependam do facto de terem nascido do sexo feminino ou masculino.

A mostra consistirá na apresentação de 10 curtas-metragens que se debruçam sobre diversos temas entre os quais os direitos humanos, orientação de desejo, queer, violência de género, identidade sexual, entre outros.

As exibições são restritas a maiores de 16 anos e decorrerão a partir das 21:00, sendo limitadas a 24 pessoas, pelo que devem todos os interessados inscrever-se através do email mostra.impropria@gmail.com.

Da programação consta ainda um workshop intitulado “Pornografia Feminista”, no dia 12 de Junho, entre as 18:00 e as 19:30, sendo que é restrito a maiores de 18 anos e limitado a 15 pessoas, sendo que os interessados terão também que se inscrever através do email já acima referido.

Tanto a entrada para a exibição das curtas-metragens como para o workshop são gratuitas.

 

Curtas-metragens em exibição

 

11 de Junho

Woman, de Raul de La Fuente Calle – DOC – ESP 20′

Em Moçambique o caso de Josina Machel, filha do primeiro Presidente, mostra que a violência de género não faz distinção de classe social. Outras mulheres sofrem do mesmo, sem se poderem defender. O seu género define-as desde a nascença…

 

Mar Y Maria, de Afiocco Gnneco – FIC – ESP 4′

Maria sempre foi o colo em que Mar se confortava. Após uma noite de festa e acontecimentos negros, Mar não encontra conforto.

 

Modelo Morto, Modelo Vivo, de Iuri Bermudes Weinberger e Leona Jhovs – FIC – BR 25′

Manuela, uma mulher trans, passa por situações transfóbicas ao tentar ser modelo, de uma oficina de desenho de modelo vivo. Mas Manuela persiste e começa a frequentar a oficina, entre rabiscos e desenhos, Manuela aprende a observar os outros e a si.

 

Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes ANIM – BR 15′

Muriel não sabia nadar, tinha tanto medo. Um medo que ecoava a distância de sua mãe e trazia à tona os pavores e monstros da infância. Mergulhada em si mesma, ela busca agora a voz e o ar que sempre lhe faltou como menina e mulher.

 

12 de Junho

Memorias del Cuerpo, de Camilo Iguaran – FIC COL 10′

Tatiana mantém uma relação lésbica com Carmen, uma jovem trabalhadora do campo que, como ela, trabalha na plantação de café da vila. A sua relação é descoberta é, sem hipótese de se verem, Tatiana começa a alucinar por Carmen. Numa visita ao rio para lavar roupa, Tatiana é identificada por militares e violada por eles.

 

Not for money, not for love, not for nothing – Jonh Robert Lee – DOC UK 15′

Usando a animação como anonimato, questões reais são feitas a mulheres reais, que partilham as suas histórias reais.

 

Riscados pela memória, por Alex Vidigal – FIC BR 20′

O dono de uma loja de disco, em meio a uma compra de LPs de segunda mão, depara-se com algo que vai muito além de uma aquisição trivial.

 

Reencuentro, de Paulo Cortes – FIC ESP 3′

Um homem está a conversar com alguém com quem deveria ter falado há muitos anos. Ele abre o seu coração, mente e feridas para discutir o assunto que o atormenta.

 

O babado da Toinha – Sérgio Bloch – DOC BR 13′

Toinha não é apenas uma baiana qualquer. O que muitos nem desconfiam é que é ela mesma que fabrica o dendê que utiliza no preparo do seu quitute. Ela sobe no coqueiro, derruba o cacho, cozinha os coquinhos, macera no pilão, e quando tudo vira uma pasta, ela separa o líquido do bagaço num longo processo manual. O negócio dá muito trabalho, mas quem se importa? “Meu acarajé tem que ficar perfeito. É pra isso que eu faço o babado do macho e da fêmea” – diz ela orgulhosa.

 

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Local

Santa Maria – Biblioteca Municipal de Vila do Porto
Rua da Boa Nova, 19-29
Vila do Porto, 9580-516
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Telefone:
296 883 438
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