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Imprópria – Mostra de Cinema de Igualdade de Género 2021

Outubro 22 @ 10:00 - Outubro 24 @ 20:00

Imprópria - Mostra de Cinema de Igualdade de Género 2021

A Imprópria – Mostra de Cinema de Igualdade de Género 2021 terá lugar na ilha de São Miguel, de 18 a 24 de Outubro. Acede aqui ao programa!

 

Programa:

 

22 de Outubro às 21:00 h – Homenagem a Miguel Vale de Almeida | Teatro Micaelense, Ponta Delgada.

Miguel Vale de Almeida nasceu em Lisboa em 1960. Doutorado em Antropologia, é professor catedrático no ISCTE-IUL e investigador do CRIA, onde dirigiu, até 2015, a revista “Etnográfica”. A sua pesquisa – com trabalho de campo em Portugal, Brasil, Espanha e Israel/Palestina – tem versado questões de género e sexualidade, bem como etnicidade, “raça” e pós-colonialismo. Tem vários livros publicados em Portugal e no estrangeiro, destacando-se “Senhores de Si: Uma Interpretação Antropológica da Masculinidade”, “Um Mar da Cor da Terra: ‘Raça’, Cultura e Política da Identidade”, “Outros Destinos: Ensaios de Antropologia e Cidadania”, “A Chave do Armário. Homossexualidade, casamento, família”, sendo o mais recente “Aliyah. Estado e Subjectividade entre Judeus Brasileiros em Israel/Palestina”. Além de cronista, escritor e blogger, tem sido activista dos direitos LGBT e foi eleito Deputado à Assembleia da República em 2009, tendo estado envolvido na aprovação do casamento igualitário.

Curtas Sessão 2 (+16):

1- “Monólogo para um monstro” de Pedro Barateiro (Portugal)

Uma figura dirige-se ao espectador num tom pessoal e íntimo. O monstro, que assume ter uma identidade não-binária, fala sobre a maneira como as informações que captura e gere acabam transformando de forma indelével quem é e como se relaciona com o mundo ao seu redor.

2 – “Self-creation” de Ewa Sztefka (Polónia)

Um video mix media de música que explora as camadas da identidade humana.

3 – “La noche de los hombres” de Raquel Arias e Begoña Moret (Espanha)

Alex terá que evitar as ameaças da noite para chegar a casa.

4 – “Sobrevivir o votar” de Edie Galván (México)

Ao longo da história, as pessoas trans têm lutado por respeito, pelos seus direitos e uma vida digna a que a sociedade tem injustamente lhes negado. Hoje em dia ainda enfrentam obstáculos no acesso à democracia e educação, com esperança e o objectivo de criar um melhor futuro para as gerações futuras.

5- “Tal vez María de Uriel” de Jesús Juárez Tavera (México)

María convida-nos a explorar as diferentes etapas da sua vida e como vivenciou a sua emancipação acompanhada pela sua grande paixão: Fotografia.

6 – “Las flores que arrancas” de Claudia Estrada (Espanha)

México, Dia dos Mortos, Yamil recorda a sua filha Yuri, vítima de femicídio, enquanto Patricia, uma jovem feminista, apela por justiça numa manifestação. Em Bachajón, María, uma activista indígena, luta pelos direitos das mulheres.

7 – “Trumpets in the sky” de Rakan Mayasi (Palestina)

Boushra, uma rapariga síria a trabalhar no Líbano volta a casa depois de um dia de trabalho e descobre que a sua infância terminará em breve.

8- “Silvering” de Eilidh Nicoll (Reino Unido)

Após descobrir um cabelo branco, uma mulher fica enredada numa teia de insegurança e medo do futuro. O santuário da casa de banho torna-se em algo sinistro à medida que ela entra em pânico.

9 – “Sandra” de Empoder Arte e Susy Castro (Peru)

Sandra vive no Peru e é apaixonada por futebol. Aos 13 anos tem que ultrapassar discriminação de género no seu dia a dia, mas fá-lo com uma atitude incrível e inspiradora.
O filme foi produzido nos workshops EmpoderArte, dedicados a jovens mulheres com passados de marginalização.

10 – “Eroticam” de Elisa Díaz e Paola Meza (Chile)

Poly termina a sua relação porque não consegue ter orgasmos, e então decide navegar na internet para tentar ter um. Entre vídeos, pixels e recordações fragmentadas, conhece La_Hot_Fetish, uma guru do sexo por webcam, com quem enceta uma relação honesta.

11 – “In nature” de Marcel Barelli (Suíça)

Na natureza, um casal é masculino e feminino. Bem, nem sempre! Um casal é também feminino/feminino. Ou masculino/masculino. Podes não o saber, mas a homossexualidade não é só uma história do ser humano.

 

23 de Outubro

17:30 h – Workshop de Roy Galán: It’s raining men, hallelujah? – Repensar a masculinidade de maneira colectiva | Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.
Público-alvo: Homens
Gratuito (+16)
Inscrições: mostra.impropria@gmail.com

21:00 h – Apresentação do documentário Imprópria | Teatro Micaelense, Ponta Delgada.

Filme – Sessão 3: “Maria Luiza” (2019, 80min, Brasil).

Maria Luiza da Silva é a primeira militar reconhecida como transexual na história das forças armadas brasileiras. Após 22 anos de trabalho como militar, foi aposentada por invalidez. O filme investiga as motivações para impedi-la de vestir a farda feminina e a sua trajectória de afirmação como mulher trans, militar e católica.

 

24 de Outubro

17:00 h – Dia Municipal da Igualdade de Género | Teatro Micaelense, Ponta Delgada.

Curtas Sessão 4 (+16):

1 – “O oficio da Ilusão” de Cláudia Varejão (Portugal)

O ofício da ilusão esculpe-se com imagens de um arquivo de família das décadas de 70 e 80 e de pequenos excertos sonoros de filmes.

2 – “Ø ilha” de Cláudia Varejão e Joana Castro

Ø ilha é composta por diversas paisagens dentro de uma só paisagem. São territórios vividos e moldados pelo tempo interior e exterior. Nesta ilha não há territórios privatizados. São paisagens que não se acomodam: expandem-se através de encontros, embates, pressões e fricções. Entre o silêncio e a intimidade, novas ilhas são esculpidas, num encontro possível entre a vida e a morte.

Conversa com a realizadora Cláudia Varejão com apresentação do Projecto (A)MAR.

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