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Fuso Insular 2022 em São Jorge

Novembro 12 @ 21:30 - 23:30

Fuso Insular 2022 em São Jorge

A mostra de vídeo-arte Fuso Insular 2022 chega a São Jorge no dia 12 de Novembro às 21:30h no Museu Francisco de Lacerda. Acede aqui ao programa!

 

Laboratório de Imagem e Movimento | Curadoria: André Laranjinha e Rachel Korman

Serão apresentados os vídeos dos oito artistas açorianos que participaram do Laboratório Imagem em Movimento, programa de residência criativa do @fuso.videoarte, que aconteceu durante o Verão no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas.
Entre os meses de Julho e Setembro, António Braga, Cristiana Branquinho, Filipe Freitas, Gabriela Oliveira, Inês Vieira, John Tokumei, Laura Brasil e Marco Machado tiveram a oportunidade de aprofundar os seus conhecimentos sobre a história do cinema e da videoarte e criar os seus próprios filmes, sob orientação dos artistas Yuri Firmeza e André Laranjinha. As inquietações emocionais, a sensação de (não)pertença, a crescente ocupação do território açoriano e o uso da tecnologia disponível nos meios digitais misturam-se em experimentações visuais e sonoras, que fazem desta sessão um verdadeiro tubo de ensaio:
1. “Ainda estou aqui” de Laura Brasil
“ainda estou aqui” é um filme ensaio sobre a nossa existência, sobre a capacidade de continuarmos vivos, de não desistirmos. Fala-nos da dificuldade de viver com doença
mental e do pensamento suicida que atravessa a mente de quem a vive. É um diário focado no quotidiano, nos sonhos e nas perdas. Escrito com imagens íntimas e sons destemidos e narrado na primeira pessoa do singular.
2. “Hortus” de Cristiana Branquinho
Do meu jardim surgem memórias, memórias felizes, memórias tristes. Quando penso nelas lá está ele… o único sítio onde o posso voltar a ver.
3. “In search” de Filipe Freitas
A terra ao fim de milhares de anos ficou desabitada por causa da poluição e a humanidade mudou de casa para outro planeta que acabou por não ter qualquer tipo de liberdade.
O filme mostra uma procura de liberdade e algo melhor.
4. “Insular” de António Braga
O sentimento de ser-se na ilha e/ou a própria ilha. Uma declaração de amor que pensa o lugar de relação entre aquele (ou aquilo) que habita e aquilo (ou aquele) que é
habitado. Sou eu quem habita a ilha? É a ilha que habita em mim?
5. “Iron Tomb” de John Tokumei
a grande maioria acha que os homens mais ricos do mundo são os donos das grandes empresas.
eu discordo. é quem reside no palácio escondido, aquele que se banha em rios de ouro.
iron tomb: a história de um César da era moderna; de uma conspiração entre um estado e o crime; um conto megalómano estritamente baseado no mundo em que fingimos não viver.
6. “Itinerário” de Gabriela Oliveira
Numa altura em que o turismo nos ocupa e preocupa e que a a massificação das viagens é contestada um pouco por todo o mundo, “Itinerário” conta a história de um grupo de turistas que não consegue desembarcar de si próprio.
7. “Nothing and not much” de Marco Machado
Graças às observações iniciadas por Edwin P. Hubble sobre o afastamento das galáxias a uma velocidade proporcional à sua distância, pode-se estabelecer que num dado momento toda a matéria do universo estava concentrada num único ponto.
Naturalmente, estávamos todos lá.
À medida que nos expandimos no espaço e no tempo, a nossa realidade e as nossas opções, tornam-se, aparentemente, mais complexas.
8. “O meu despejo” de Inês Vieira
Após três anos a acumular imensa raiva, tristeza e inveja, esses sentimentos direccionados à sua terra natal, são todos despejados numa carta de despedida.
Open Call Fuso Lisboa – Obras seleccionadas. Curadoria de Jean-François Chougnet:

Os Antílopes, de Maxime Martinot

“Um dia, nas costas de Marrocos, há cento e cinquenta anos, milhares de antílopes atiraram-se ao mar em conjunto.”
Marguerite Duras

 

Cinema de autor

“Agapanto Sísmico” (2022) foi filmado durante a residência artística de Firmeza na ilha de São Miguel e tem estreia absoluta no Ciclo de Cinema de Autor.
Tendo como ponto de partida um festejo popular – as tradicionais Cavalhadas de São Pedro -, Firmeza propõe uma ficção especulativa sobre a relação entre este santo padroeiro, um desastre natural (a imagem de S. Pedro e a igreja a que deu o nome saíram ilesas da erupção vulcânica ocorrida no Pico do Sapateiro no século XVI), o passado colonial, a religiosidade e a (re)encenação das cavalhadas para o tempo presente.

Mais eventos na ilha de São Jorge, aqui!

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Detalhes

Data:
Novembro 12
Hora:
21:30 - 23:30
Categorias de Evento:
,
Etiquetas de Evento:
, , , , ,

Local

São Jorge – Museu Francisco de Lacerda
Rua das Alcaçarias
Calheta, Calheta 9850-011
+ Mapa do Google
Telefone:
295 416 323
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