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Festival Tremor 2022

Abril 8 @ 15:00 - Abril 10 @ 2:30

60€
Festival Tremor 2022

O Festival Tremor 2022 será de 5 a 9 de Abril em diversos locais da ilha de São Miguel. Sabe mais aqui!

 

O Tremor estará de regresso à ilha de São Miguel entre os dias 5 e 9 de Abril de 2022, com renovada vontade de criar um mapa de experiências musicais que desafiem a novas leituras sobre o território e a identidade açoriana. Uma edição que está a ser projectada num formato mais aproximado com aquele que marca a história pré-covid do festival: multi-venue e itinerante. A par dos concertos, dos momentos surpresa (Tremor na Estufa), o festival voltará a integrar um ciclo de residências de criação que envolverá músicos, diferentes comunidades associativas do arquipélago e cidadãos. Garantida está também a continuidade dos Tremor Todo-o-Terreno (caminhadas performativas e sonorizadas), este ano numa parceria com o projecto Terra Incógnita.

 

Programa:

 

8 de Abril

15:00h – Incógnita Talks – Arianna Casellas | Cagarra – Rua do Mercado, n18, Ponta Delgada.

Com raízes na Venezuela, Arianna Casellas editou, já em plena crise pandémica, Concepto de Madre, um disco onde percorre as memórias e histórias da sua família e da sua infância e joga, como poucos, com o formato canção. Membro dos Sereias, Casellas editou, enquanto Montes e ao lado de Kaue Grindi, Vozes Antenas Fragas, um disco que circula entre diversas paisagens. Uma voz singular e uma exímia contadora de histórias a despontar.

Entrada livre.

15:00h – Tremor Todo-o-Terreno by Fundação Millenium BCP | Localização secreta.

Trilho urbano secreto na ilha de São Miguel onde os participantes serão guiados por uma composição original da artista Puta da Silva, que culminará com um acto performativo dela. Este percurso será feito com recurso a bicicletas eléctricas e não há a possibilidade de ser completado a pé.

A participação é sujeita a inscrição a partir de 24 de Março. Lotação limitada.

Inscrição com bicicleta cedida
Inscrição com bicicleta própria

17:00h – Tremor na Estufa | Localização secreta.

É uma aventura: o público é convidado a embarcar numa viagem que o leva a um local secreto na ilha de São Miguel, para um concerto surpresa. Os participantes são informados da localização no próprio dia, podendo chegar de meios próprios ou autocarro. Aconselha-se a levar guarda-chuva, casaco, capa para a chuva, calçado confortável e uma opção de roupa para ir a banhos. É obrigatório portar identificação, e é expressamente proibido beber e fumar nos lugares, bem como trazer alimentos e bebidas. A entrada será sujeita a revista. Todos os dias, às 11:00 da manhã será revelado o horário e local através de todas as plataformas @tremorpdl .  Aconselhamos a partilha de veículos para as deslocações.

19:00h – Atlas – São Miguel | Teatro Micaelense.

Na mitologia grega, Atlas foi aquele que foi condenado a carregar a terra e os céus nos seus ombros. Partindo desta representação clássica da figura e das ideias de Joseph Beuys, artista plástico que defendia que a revolução tem como ponto de ignição o indivíduo, a performance Atlas São Miguel pretende reunir, no mesmo palco, 100 pessoas de diferentes profissões, criando um mapa da organização social humana que tem como base a função que cada um desempenha na sociedade.

Explorando processos e mecanismos de criação em grupo e com a comunidade, que façam emergir a arte na vida pessoal e social de cada um dos participantes, a peça-performance Atlas São Miguel construirá uma revolução silenciosa, que alarga a noção de escultura social e encarrega a arte de ter um papel activo na sociedade.

O projecto Atlas São Miguel é coordenado por Ana Borralho e João Galante.

20:15h – Lyra Pramuk | Auditório Luís de Camões.

Lyra Pramuk funde vocalismo clássico, sensibilidades pop, práticas performativas e cultura clubbing contemporânea naquilo que pode ser melhor descrito como música folk futurista. Música devota, na sua base, o seu trabalho personifica a mais enraizada  vontade humana de expressar as suas vontades primárias. Para Lyra Pramuk esta devoção está arraigada em canções que aproveitam o poder e a vertigem da tecnologia para apresentar a voz humana como um objecto de possibilidades ilimitadas. Descobrindo o escapismo e o êxtase comunitário no coro e na rave, a imersão de Lyra na cena techno de Berlim inspirou trabalhos que impregnam experiências ritualísticas de pista de dança com uma sensação de intimidade sónica.

21:00h – The Rite of Trio | Solar da Graça.

Seis anos depois de Getting All The Evil Of The Piston Collar!, os incontestáveis mestres do jambacore – The Rite of Trio – regressam com Free Development of Delirium, disco em que elevam ao máximo o seu conceito musical pós-pós-modernista, absurdo, irónico e cínico. A música é feita de escombros de vanguardas passadas, oriundas do jazz, da música clássica contemporânea, do metal, do punk e de outras referências da contracultura. The Rite of Trio é uma colaboração musical especial entre André B. Silva, Filipe Louro e Pedro Melo Alves que surge como laboratório para as composições mais extravagantes e ambiciosas que poderiam imaginar.

21:30h – Asism + ondamarela + Coral de São José | Igreja do Colégio.

Trabalho evolutivo, iniciado na edição 2019 do festival Tremor, o espectáculo que une a Associação de Surdos da Ilha de São Miguel ao colectivo de criação ondamarela é um indispensável do cartaz. A cada edição, o desafio assenta na criação de um momento inédito, entre o concerto e a performance, que reflita sobre as preocupações, ideias e interesses artísticos dos envolvidos. Para a edição 2022, o espectáculo cobre-se de argumentos extra envolvendo o mais antigo coro do arquipélago: o Coral de São José – Associação Musical.

22:15h – Bitchin Bajas – Switched On Ra | Garagem Antiga Varela.

Trio de minimalismo psicadélico, os Bitchin Bajas estão longe de serem uma novidade para os mais ávidos e atentos consumidores de música ao vivo em Portugal. Do Musicbox à Madeira, da ZDB ao Milhões de Festa são vários os palcos já marcados pelo colectivo americano composto por Cooper Crain (teclista de Cave), Dan Quinlivan e Rob Frye. No seu mais recente disco, Switched on Ra, continuam um trabalho iniciado com Bajas Fresh (edição de 2017 que motivou a última tour pelo nosso país): reinterpretando mais oito canções da lenda do jazz cósmico, Sun Ra.

23:00h – We Sea | Coliseu Micaelense.

O Tremor tem vindo a acompanhar de perto a carreira destes Wea Sea que são já uma espécie de habitués no alinhamento do festival a cada novidade lançada. Retornam em 2022, diz a crítica, mais maduros, com um disco que os tem catapultado para palcos pelo país e para as playlists de rádios nacionais. Cisma, dizem eles, nasce de um apego obsessivo pelo glitch melancólico, que, de forma mais ou menos procurada, acaba por marcar os sete temas de um disco “sobre o processo emocional e sentimental da circunstância de estar longe”.

23:59h – MadMadMad | Garagem Antiga Varela.

Os MADMADMAD andam à procura de libertação. Através da dança e do hedonismo, fazem da música espaço para lidarem com as suas alienações pessoais e a desordem mental da sociedade que os rodeia. Na base, referência obrigatória aos lugares sagrados do no wave, disco e post-punk, aqui filtrada pelo experimentalismo mais fora da tona de que nos lembramos. O resultado abre as portas ao seu estúdio-refúgio, e ao concílio das vontades de uma jam session. A manter debaixo de olho, pois há aqui um manifesto capaz de conquistar muitos seguidores.

 

9 de Abril

1:00h – Nyege Nyege showcase: Catu Diosis, De Schuurman & JUDGITZU | Coliseu Micaelense.

10:00h – Terra Incógnita 3 – Tropa Macaca x Carmen Villain | Localização secreta.

A Terra Incógnita toma a ideia de viagem e expedição para propor um projeto artístico transdisciplinar que se funde com a ilha de São Miguel e as suas comunidades. Tendo por base um desafio lançado a artistas de diversas linguagens para pensarem musical e performaticamente um território específico, o mesmo proporá, ao longo de dois anos, quatro momentos de programação que vão implementar novas formas de relação com o património natural, humano e histórico da ilha. Na base, uma proposta de trilho que será ativada com criações musicais site-specif, instalações multimédia e actos performativos. No final, um ciclo de conversas e outras acções de discussão que pretendem dar enquadramento ao intercâmbio proposto pelas residências artísticas.

As caminhadas performativas do Terra Incógnita implicarão inscrição. Inscrições aqui.

15:00h – Workshop – Cocanha | La Bamba Bazar Store.

A dupla Cocanha propõe um momento de canto colectivo, baseado no seu repertório Occitano. A aposta deste atelier é na polifonia e nos jogos de ritmos, dentro de uma pedagogia divertida e descontraída que siga a cadência do canto tradicional que a tempos levará à dança e noutros levará à energia colectiva. A língua Occitano será o terreno para o jogo vocal: metemo-la na boca, saboreamos e fazemo-la soar, em conjunto.

Inscrições abrem a 7 de Abril.

16:00h – Mini Tremor – AC Cymbron | Estúdio 13.

16:00-17:00 – Oficina de Luz, com André Melo
Pirilampos e estrelas, canções e movimento. Uma mini oficina interactiva para os mais pequenos.
(cada oficina tem a duração de 15 minutos)

André Melo
É produtor no Estúdio 13 e faz também parte da equipa de professores da Escola de Artes Performativas. Licenciado em Comunicação e com formação profissional em teatro, trabalha com crianças e adolescentes desde 2005, sendo membro fundador da Musiquim – Associação Músico-teatral dos Açores. É detentor do Curso DABO DOMO – Formação Imersiva em Arte para a Infância, realizado na Fundação Calouste Gulbenkian.

16:00-17:00 – Instalação “Fogo”, com Catarina Medeiros
Instalação interactiva que viaja entre o beleza e o perigo do Fogo. Didáctica, dinâmica e divertida, trata-se de uma experimentação com o corpo do que pode ser a vida de uma labareda.
Instalação que parte do Work in Progress da peça de dança para a infância “Fogo” de Catarina Medeiros.
(a instalação é interactiva e tem a duração de 15 minutos)

Catarina Medeiros
É licenciada em dança pela Escola Superior de Dança de Lisboa. Fundou o 37.25 – NAP  com outros bailarinos onde trabalha como bailarina e produtora. É directora artística/produção do PARALELO festival. Trabalha em alguns projectos da MUSIQUIM. É professora das modalidades de dança criativa, contemporânea, moderna e ballet no Estúdio 13. Trabalha na área da dança Inclusiva e é professora certificada do método do DanceAbility. Tem pós-graduação em «Arts in Special and Inclusive Education», pela Roehampton University.

17:00-18:00 – A Valley das Sete Cidades, com Valley Dation e o DJ Paco Piri Piri
Nesta edição do Mini Tremor, a Princesa açoriana Valley Dation traz-nos um espectáculo interactivo com todos os segredos das princesas mais famosas do Mundo! Com a participação especial do DJ Paco Piri Piri, todos os maiores mistérios das princesas serão revelados a miúdos e graúdos.

Valdemar Creador
Valdemar Creador (Drag Queen: Valley Dation), é natural da ilha de São Miguel – Açores. Licenciou-se em Relações Públicas na Universidade dos Açores e, mais tarde, mudou-se para Lisboa onde se formou em Styling e Produção de Moda. Na capital, começou por trabalhar como Stylist, acabando mais tarde por descobrir na arte Drag a sua nova paixão. Combinando Representação, Moda, Maquilhagem e Comédia, Valdemar criou então a personagem VALLEY DATION (Validação), que usa como forma de celebração do seu lado Feminino e escape criativo.

Rubén Monfort
Oriundo da Espanha continental mas com o coração espalhado por toda a América Latina, Paco Piri Piri Piri aquece corpos e espíritos com uma criteriosa selecção do melhor samba, flamenco, rumba, chachachá, bolero e cumbia. De pen em riste e sem medo de fazer frente a qualquer pista, Piri Piri não hesita em fazer da “Fiesta” a sua palavra de ordem.

Entrada livre.

 

17:00h – Rodrigo Amado + Escola de Música de Rabo de Peixe | Igreja do Colégio.

Banda residente do festival, a Escola de Música de Rabo de Peixe trabalha para que crianças e jovens oriundos desta freguesia da Ribeira Grande possam ter acesso a experiências musicais únicas e multiversas. No âmbito do trabalho desenvolvido no seio do festival Tremor têm contactado e criado com músicos e artistas de diferentes quadrantes, tais como os ZA!, o projecto O Gringo Sou Eu ou Jerry the Cat. Em 2022 juntam-se ao trompetista e compositor norte-americano Peter Evans e ao saxofonista português Rodrigo Amado, numa colaboração que volta a ter como ponto essencial a experimentação, a exploração de universos sonoros híbridos e a criação em torno de linguagens tradicionais e modernas.

Entrada livre.

18:00h – Montes | Ateneu Comercial.

Montes cresceram em sítios distintos da América do Sul, encontraram-se no Porto há muito, mas só há um ano começaram a tocar e viver juntos, descobrindo, no desenvolvimento do dia-a-dia, músicas que aos poucos começaram a mostrar um percurso próprio. O duo composto por Arianna Casellas e Kaue Grindi lançou, na recta final de 2021, Vozes Antenas Fragas, disco de estreia, onde enrolam e desenrolam um novelo de sons à força de imagens desenhadas por entre nevoeiros citadinos e misteriosos cumes de montanhas. Caos e calmaria, metal e vento, interior e exterior, longe e perto, confusão e canção juntos num mesmo palco.

19:00h – Sessa | Auditório Luís de Camões.

Fundador do grupo Garotas Suecas e colaborador regular de Yonatan Gat, o nome de Sessa não será novo para os mais atentos à cena musical brasileira e americana. Em Grandeza, o seu disco de estreia a solo, descobriu o espaço para explorar a sua própria visão sobre aquele que é o imenso território sonoro do Brasil. Daí que não seja de estranhar que neste disco, que o mesmo classifica como uma homenagem ao seu país, se encontre a visceralidade e sensualidade da palavra, a lembrar o caminho criado por Caetano Veloso, e os arranjos melódicos de quem cresceu a ouvir Tom Jobim. Mas Grandeza não se fica por aqui. Num esforço de condensar a riqueza de ritmos e texturas da música cantautoral brasileira, descobre-se aqui um novo caminho, a apontar o futuro: o da complexa simplicidade como ponto primeiro do que é belo.

20:00h – Atlas – São Miguel | Teatro Micaelense.

Na mitologia grega, Atlas foi aquele que foi condenado a carregar a terra e os céus nos seus ombros. Partindo desta representação clássica da figura e das ideias de Joseph Beuys, artista plástico que defendia que a revolução tem como ponto de ignição o indivíduo, a performance Atlas São Miguel pretende reunir, no mesmo palco, 100 pessoas de diferentes profissões, criando um mapa da organização social humana que tem como base a função que cada um desempenha na sociedade.

Explorando processos e mecanismos de criação em grupo e com a comunidade, que façam emergir a arte na vida pessoal e social de cada um dos participantes, a peça-performance Atlas São Miguel construirá uma revolução silenciosa, que alarga a noção de escultura social e encarrega a arte de ter um papel activo na sociedade.

O projecto Atlas São Miguel é coordenado por Ana Borralho e João Galante.

21:00h – Taqbir | Solar da Graça.

Banda marroquina de hardcore/punk expatriada e sedeada algures na Europa (os seus elementos desejam permanecer anónimos), a música dos Taqbir suporta a bandeira da liberdade religiosa (ou da liberdade da religião). O seu compromisso com a difusão de uma mensagem de liberdade através de uma atitude punk inquestionável nasce do seu próprio nome: Taqbir é uma variante local da expressão Allahu Akbar, uma frase que a banda descreve como grito de guerra. Música pungente e turbulenta que desliza entre o punk e o post punk, desenham em Victory Belongs To Those Who Fight For A Right Cause círculos viciosos alimentados por cada entrada de bateria e guitarra e onde as suas letras ecoam a palavras de ordem.

21:45h – Rodrigo Amarante | Coliseu Micaelense.

É muito provável que já conheçam o nome de Rodrigo Amarante. É possível que tenham ouvido Tuyo (o tema que criou para a série televisiva Narcos) ou o disco de Little Joy, superbanda que criou com Fab Moretti e Binki Shapiro; que tenham lido o nome dele nos créditos de temas gravados por Gal Costa, Norah Jones e Gilberto Gi; ou ainda que tenham apanhado um dos muitos concertos que deu com Los Hermanos, a banda de rock carioca que fundou, ou a big band de samba Orquestra Imperial. A solo, Amarante editou Cavalo, em 2014, e Drama, em 2021, espaços onde se experimenta por outros e novos territórios.

22:45h – As Docinhas | Garagem Antiga Varela.

As Docinhas iniciaram-se nas ruas vazias de Viana do Castelo com Cire, Lee e Alex. Foi da tristeza do suicídio de Alex que nasceu Alexandre, a primeira música a compor aquele que seria o disco de estreia do grupo, Xando. Gravado com colaboração de vários músicos, o registo derrete as fronteiras entre a multiplicidade de influências da música que ouvem, desenhando um novo e impensável espaço entre o punk, o pimba e o fado. Aiaiaiai (talvez um dos mais meteóricos videoclipes dos últimos tempos na internet portuguesa) cresceu para se assumir como o “hino minhoto das paneleiras” e serve bem de introdução àquela que é a imprevisibilidade da banda em cima de um palco: performance, acessórios, gritos, expurgação e sangue nas cordas. Tudo certo, portanto.

23:30h – Alabaster dePlume | Coliseu Micaelense.

Alabaster DePlume não está a fazer as coisas respeitando as regras e isto deixa-o muito contente. Compositor, saxofonista, ativista e orador, é residente no londrino hub reactivo Total Refreshment, é editado pela Lost Map e é o mais recente membro da crescente família de experimentalistas musicais que integram a International Anthem. O seu mais recente disco, To Cy & Lee: Instrumentals Vol. 1, junta orquestração naturalmente elegante, envolvida em algo de visceral e primordial. Um disco onde novas composições se combinam com instrumentais antigos e canções de embalar que parecem ter emergido das fendas da civilização.

 

10 de Abril

0:30h – Toot Ard | Garagem Antiga Varela.

Os TootArd são um duo jovem e pioneiro oriundo das colinas ocupadas dos Montes Golã, que habilmente fundem blues do deserto com tons de levante, psych-rock melódico, reggae e espaços musicais clássicos e árabes. O seu mais recente disco, Migrant Birds, liberta-nos dentro de um mundo sonoro contagiante e imaginativo. Repleto de ganchos pop e linhas melódicas de quarto de tom, desencadeia um turbilhão de discoteca que homenageia as cenas de pista de dança da Ásia Ocidental dos anos 80. O Funk retro encontra o contemporâneo brilhante, levando-nos a um espectro musical que só pode ser descrito como “música internacionalista”.

1:30h – Kebraku apresenta: Farofa + O Gringo Sou EU | Coliseu Micaelense.

É daqueles casos em que o nome já diz praticamente tudo. A Kebraku nasceu nas pistas mais interessantes do Porto, pelas mão do dj, promotor e agitador cultural Farofa. A promessa é bem simples de verbalizar: Ritmos dançantes, transantes e rebolantes. Música para dançar até de manhã. Para esta primeira edição insular traz-nos de volta o Frankão, aka O Gringo Sou EU, músico de grandes causas e com uma capacidade singular de se ligar aos outros. Espere-se muito Brasil, o do underground, da festa de bairro, e a sua sempre ligada visão de mundo que cruza as fronteiras para África, para Europa e para qualquer lugar onde há boa gente com vontade de dançar.

 

Bilhetes disponíveis através da BOL.pt e locais habituais.
Passe geral: 60 €.

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Detalhes

Início:
Abril 8 @ 15:00
Fim:
Abril 10 @ 2:30
Custo:
60€
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Local

Ilha de São Miguel